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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Se alguém mostrar para você a palma da mão com um ponto preto, ligue para delegacia!


Se um dia uma pessoa, lhe mostrar a palma da mão, pintada com um ponto preto no meio, não pense duas vezes, por favor, ligue imediatamente para uma delegacia. Esta pessoa está a precisas da sua ajuda rapidamente.

Na verdade, esta é um propaganda chamada de “Black Point”, ela começou na rede social Facebook e é um movimento de massas para reconhecer as pessoas que são ou estão a ser vítimas de abusos ou violência doméstica.

Este simples ponto preto, no meio da palma da mão, representa um pedido de ajuda imediato.
Você vai ficar indiferente ?


Esta pequena dica, pode se mostrar muito eficaz, para qualquer um que seja vítimas de violência doméstica, e pode mostrar que eles estão em perigo de forma rápida e eficaz e sem ter que tomar qualquer ação que poderia chamar a atenção de seu agressor. Já sabe o que fazer, não faça qualquer questão para pessoa que lhe mostra este sinal, chame um delegado, policial, ou PM.

Transcrição:

 “O ponto preto na mão permite que os profissionais de saber que você é um sobrevivente da violência doméstica, e que precisa de ajuda, mas não pode pedir que seu agressor que você está assistindo a cada movimento que você faz. Em apenas 24 horas, a campanha arrecadou mais de 6000 pessoas em todo o mundo e têm sido capazes de ajudar seis mulheres. Por favor, espalhe esta campanha e publicou uma foto com a marca preta em sua mão, para mostrar seu apoio aos sobreviventes de violência doméstica “

Estas foram as palavras dos organizadores responsáveis pela propaganda, com o objectivo sensibilizar todos nós para o problema  da violência domestica ou qualquer outro tipo de violência.



Este é o relato de uma sobrevivente da violência doméstica:

Transcrição:
“Estou grávida, e pai do bebê é abusivo. Com palavras … e mãos. Eu tenho sido congelados por um longo tempo, e agora que é meu bebê. Ele estava no hospital ontem, ele estava comigo, e nunca me deixa em paz. Eu tive que fazer um exame médico ea enfermeira me pediu para deitar na cama e jogou a cortina. Então, por causa disso, eu poderia levantar-se e tirou uma caneta do bolso, estendeu a mão e escreveu HELP ME. Eu não tenho que dizer qualquer palavra. “Esta campanha deu-me a força ea idéia sobre como obter ajuda. Agora estou finalmente seguro, em outro lugar, graças a essa enfermeira e uma campanha de Black Point. Obrigado por tudo, eu sou um semanas de dar à luz, e finalmente a salvo. “


Vai fingir que não sabe ?

Por favor, espalhe esta mensagem par chegar no mundo inteiro!

 
FONTE:  http://mulhervip.net/se-alguem-mostrar-para-voce-a-palma-da-mao-com-um-ponto-preto-ligue-para-delegacia/






terça-feira, 23 de setembro de 2014

Timidez e bullying são temas de livro infantojuvenil




Uma família tradicional, um casarão e um menino que é, no entender de todos, um pouco "estranho". É a partir desses elementos que o jornalista e escritor Ricardo Viveiros constrói a história de Aldebaran, um garoto introspectivo que transcende a timidez e vence o bullying ao descobrir que tem um dom especial.

É este o enredo de "O menino que lia nuvens", livro em que Viveiros oferece ao jovem leitor temas pouco usuais no universo da literatura infantojuvenil. Esta é sua quarta obra para esse público.

Desde muito pequeno, Aldebaran chamava a atenção por seu jeito quieto e bem comportado. Quando adolescente, torna-se um excelente aluno que, devido à sua introspecção, passa a ser discriminado por colegas da vizinhança, da escola e do clube que sua família frequenta. Sofria bullying pelo seu jeito diferente de ser.

Nesse processo de se sentir cada vez mais solitário, desperta um dom especial. Ao observar atentamente as nuvens, Aldebaran começa a perceber que era capaz de lê-las como quem lê um livro. E que algumas coisas que ele lia no céu acabavam por acontecer.

Rapidamente, o dom da premonição torna o menino popular entre os colegas. Mas alguns mistérios permanecem no ar. Durante toda a história, apenas a babá, a avó e o pai de Aldebaran são mencionados. Nada se sabe sobre sua mãe. Não há, sequer, um único retrato dela pela casa, até que um dia, já adolescente, o garoto resolve entrar em um sótão no qual nunca havia estado...

Para ilustrar a obra, o renomado artista gráfico Cárcamo fez algo incomum na literatura infantojuvenil brasileira: aquarelas. Além disso, as belas ilustrações têm algo muito especial no livro: quem as olha consegue ver o que é invisível em cada cena, exatamente como Aldebaran consegue fazer ao vislumbrar as nuvens.

Do ponto de vista da linguagem, "O menino que lia nuvens" Viveiros faz pensar sobre o que é, de fato, a normalidade, pois ter algo diferente, estranho ou único é ponto básico da condição humana ¿ ou seja, da própria ideia do que é normal.

O autor
Ricardo Viveiros nasceu no Rio de Janeiro em 1950, mas mora em São Paulo desde 1976. Sua infância foi de um típico garoto carioca, brincando na rua,andando de bicicleta, jogando bola, subindo em árvores e namorando. O gosto pelos estudos só era superado pelo encantamento por histórias lidas em livros ou ouvidas dos mais velhos, o que sedimentou o caminho para a carreira de jornalista e escritor. Viveiros trabalhou em jornais, revistas, rádios e TVs, e atuou ainda como ator, professor, diretor de museu, palestrante e produtor artístico. Escreveu 32 livros em vários gêneros, como: Poesia, Reportagem, Biografias, História, Arte e Crônicas, além dos quatro infantojuvenis ("O poeta e o passarinho", ilustrado por Rubens Matuck, em 4ª edição e recomendado pelo Itaú Social; "Saudade", ilustrado por Zélio Alves Pinto; "Como encontrar uma linda princesa", ilustrado por Alexandre Rampazo, e, agora, "O menino que lia nuvens").

O ilustrador

Gonzalo Cárcamo nasceu na cidade de Los Angeles, no sul do Chile. Chegou ao Brasil em 1976. Já fez caricaturas e ilustrações para vários jornais, revistas e livros no Brasil, na Espanha e no Chile. Conquistou alguns prêmios como caricaturista e ilustrador. Tem verdadeira paixão por escrever, pintar aquarela e ilustrar livros para crianças. É também autor e ilustrador de algumas histórias publicadas como: Modelo vivo, natureza morta, Lorotas da Cabra Gabi, A Fantasia do Urubu Beleza, Gelo nos trópicos e Thapa Kunturi. Adaptações de: O amigo Fiel, de Oscar Wilde, De quanta terra precisa o Homem de Fábulas, do autor L. Tolstoi e A Pedra na praça.



Fonte:  http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia/571685/timidez-e-bullying-sao-temas-de-livro-infantojuvenil



quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Sofrer bullying de irmão na infância pode levar à depressão na vida adulta, diz estudo


Sofrer bullying de forma repetitiva por um irmão pode levar à depressão na vida adulta, revelou um novo estudo. Pesquisadores britânicos entrevistaram cerca de 7 mil crianças de 12 anos sobre se já haviam sido vítimas de xingamentos, agressões ou calúnias por parte de seus irmãos.



O grupo foi acompanhado até completar 18 anos quando foram, então, questionados sobre sua saúde mental.
Segundo especialistas, os pais têm de tratar a rivalidade entre irmãos para evitar excessos.
Pesquisas anteriores já haviam sugerido que vítimas de bullying de colegas são mais suscetíveis à depressão, ansiedade e auto-mutilação.

O novo estudo, no entanto, diz ter sido o primeiro a associar o impacto do bullying praticado por irmãos durante a infância a problemas psiquiátricos no início da fase adulta.
Pesquisadores das Universidades de Oxford, Warwick, Bristol e College London enviaram questionários a milhares de famílias com crianças de 12 anos de idade em 2003-2004.

Ao final de um período de seis anos, eles avaliaram o estado mental dos entrevistados.
No caso de famílias com mais de um filho, as crianças tinham de responder sobre se foram vítimas de bullying por seus irmãos. O questionário dizia: “Isso (bullying) acontece quando teu irmão ou tua irmã tenta te chatear dizendo coisas desagradáveis e dolorosas, ou te ignora completamente quando está diante dos amigos dele(a); te bate, te chuta, te empurra ou te persegue, conta mentiras ou inventa boatos sobre tua vida.”

Probabilidade
A maioria das crianças afirmou não ter sido vítima de bullying. Desse total, aos 18 anos, 6,4% tinha algum tipo de depressão, 9,3% sofria ansiedade e 7,6% já haviam se automutilado no ano anterior à pesquisa.
Já as 786 crianças que afirmaram ter sofrido bullying por seus irmãos várias vezes durante a semana apresentaram o dobro das taxas das outras crianças.

Nesse grupo, 12,3% tinham algum tipo de depressão, 14% haviam se automutilado e 16% diziam sofrer de ansiedade.
As meninas tinham maior propensão a ser vítimas de bullying do que os meninos, sobretudo em famílias onde havia três ou mais crianças.

Ainda de acordo com a pesquisa, os irmãos mais velhos normalmente eram os culpados pelos episódios de bullying.
Em média, as vítimas afirmaram que o bullying entre irmãos tinha começado aos oito anos.

Excessos
Responsável pela pesquisa, Lucy Bowes, da Universidade de Oxford, afirmou que, embora os pesquisadores não tenham podido concluir que o bullying entre irmãos causa depressão, o resultado foi significativo.

- Temos de mudar nossa postura quanto a esse problema. Se isso (bullying) ocorre na escola, haverá desdobramentos para o indivíduo durante a vida adulta.
- Tal comportamento pode causar um dano a longo prazo. Precisamos fazer mais pesquisas, mas os pais também precisam ouvir mais seus filhos.
- Não estamos falando de nenhum tipo de brincadeira que normalmente se restringe ao círculo familiar, mas incidentes que se repetem várias vezes durante a semana, nos quais as vítimas são ignoradas pelos irmãos ou submetidas a abusos verbais e até mesmo violência física.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/destaque-do-dia/sofrer-bullying-de-irmao-na-infancia-pode-levar-a-depressao-na-vida-adulta-diz-estudo/727208/


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Um em cada cinco adolescentes pratica bullying no Brasil


A prática, mais comum em grupo e entre meninos, tem como vítima 7,2% dos estudantes consultados em nova pesquisa do IBGE feita com alunos do 9º ano

 

O bullying é um dos vilões da adolescência, que envolve quase 30% dos estudantes brasileiros – seja praticando ou sofrendo a violência caracterizada por agressões verbais ou físicas, intencionais, aplicadas repetidamente contra uma pessoa ou um grupo. Mas a grande maioria desse total, 20,8%, é formada por agressores. Ou seja, um em cada cinco jovens na faixa dos 13 aos 15 anos pratica bullying contra colegas no Brasil. O índice é destaque da Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE) 2012, divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foram entrevistados 109.104 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental (antiga 8ª série), de um universo de 3.153.314, grupo no qual 86% dos integrantes estão na faixa etária citada.

Leia também: Mais da metade dos adolescentes brasileiros já provou bebida alcoólica

Os outros 7,2% são vítimas desse tipo de abuso. “A grande diferença entre os dois índices reforça a ideia de que essa é uma prática comum em grupo, geralmente, contra uma pessoa”, explica Marco Antônio de Andreazzi, gerente de Estatísticas de Saúde do IBGE. O perfil dos agressores também aponta para uma predominância masculina: 26,1% dos meninos praticam bullying, em comparação com 16% das meninas. Também são eles os que mais sofrem a agressão (7,9%), em relação a elas (6,5%).
A Pesquisa de Comportamento de Saúde em Crianças em Idade Escolar (HBSC, na sigla em inglês), feita também em 2012 em 41 países da Europa e América do Norte, mostra que a prática se torna menos frequente à medida que as vítimas ficam mais velhas: 13% dos alunos de 11 anos diziam sofrer bullying na escola, número que caiu para 12% entre os de 13 anos e para 9% entre os de 15.

 

Uma das consequências comuns dessa violência é psicológica, e leva ao descontentamento da vítima quanto à própria imagem, por exemplo. “Tanto o déficit como, principalmente, o excesso de peso, podem gerar insatisfação e até mesmo distorções em relação à forma como o próprio corpo é percebido”, destaca o estudo do IBGE. Esse é um problema que atinge principalmente as meninas. Cerca de um terço delas (31,1%) dizia estar tentando emagrecer, mas uma proporção bem menor, de 19,1%, respondeu que se achava gorda ou muito gorda. Para acelerar esse processo, 6,4% revelaram ter chegado a induzir o próprio vômito ou tomar laxantes – prática característica de distúrbios alimentares, como a bulimia. Por outro lado, entre os meninos, a prioridade era ganhar peso para 19,6% dos entrevistados, e 8,4% deles admitiram ter recorrido a medicamentos sem orientação profissional com esse objetivo.


Saúde – Na verdade, tendo ou não crises com o próprio corpo, o que a maioria desses adolescentes precisa mudar são os hábitos alimentares. Entre os entrevistados, 41,3% contaram consumir guloseimas (doces, balas, chocolates, chicletes etc.) em cinco dias da semana ou mais. Em contrapartida, somente 30,2% afirmaram comer frutas com a mesma frequência. Já o refrigerante é presença constante na vida de 33,2% deles, e os biscoitos salgados e doces para 35,1% e 32,5%, respectivamente. Também foi questionada a oferta de alimentos nas cantinas das escolas, e constatou-se que os salgados de forno estavam disponíveis para 39,2% dos estudantes, enquanto as frutas eram acessíveis a apenas 10,8%.
Além disso, a atividade física ainda não é um hábito para a maioria dos adolescentes – mesmo que, nesse quesito, esteja incluída a aula de Educação Física obrigatória no currículo escolar. Para a pesquisa, o IBGE considerou até o percurso feito entre a casa e a escola, desde que a pé ou de bicicleta, somando no total 300 minutos por semana (cerca de 1 hora por dia, durante cinco dias). Mesmo assim, 69,9% foram considerados insuficientemente ativos ou inativos e só 30,1% foram classificados como ativos. Os meninos se movimentam quase duas vezes mais do que as meninas (39,1% ante 21,8%). Mas quando o assunto é TV, nenhum deles se salva. A PeNSE 2012 mostra que 78% deles assistem a duas horas ou mais de televisão por dia, hábito considerado extremamente sedentário. “É uma atividade muito passiva, e um estímulo ao consumo de alimentos não saudáveis”, enfatiza Andreazzi.


Violência – Os jovens entrevistados pelo IBGE também falaram sobre a violência em seu cotidiano. Cerca de 6,4% deles disseram ter se envolvido em brigas com armas de fogo nos 30 dias que antecederam a pesquisa, e 7,3% com a chamada arma branca (faca, por exemplo). Em ambos os casos, os meninos tiveram uma participação maior, 8,8% e 10,1% respectivamente, quase o dobro na comparação com elas. Os estudantes de escolas públicas também se envolvem mais em brigas do que os da rede privada: 6,7% ante 4,9%, no caso das armas de fogo. A violência, muitas vezes, começa em casa. Mais de 10% desses adolescentes disseram ter sido fisicamente agredidos por um adulto de sua família. Nesse caso, o ataque às meninas é mais comum (relatado por 11,5% delas) do que aos meninos (9,6%).
O instituto também abordou a violência no trânsito. O estudo lembra que acidentes dessa natureza “constituem uma das principais causas de morte e hospitalizações de adolescentes e jovens no Brasil”. Apesar de a legislação brasileira só permitir a condução de veículos por maiores de 18 anos – e devidamente habilitados –, 27,1% desses adolescentes com idades entre 13 e 15 anos afirmaram ter o costume de dirigir um carro. Cerca de 16% dos estudantes consultados disseram não ter o costume de usar cinto de segurança e 22,9% deles admitem ter sido transportados em um veículo dirigido por alguém que havia consumido bebida alcoólica. Itens de segurança também são dispensados no caso das motos: 19,3% declararam não usar capacete.


 

Finding Kind: para acabar com o bullying entre meninas!


Campanha viaja pelos Estados Unidos para conscientizar meninas sobre a importância da gentileza


Você já deve ter visto o filme Meninas Malvadas (Mean Girls). Enquanto a trama engraçada mostra situações absurdas entre um grupo de meninas no colégio,o problema que gera as cenas tragicômicas é real e é sério. O bullying ou o assédio moral entre meninas dentro das escolas é uma realidade cruel, especialmente nos Estados Unidos.

 

Por terem passado por experiências marcantes e ruins na época da escola, que duas americanas, Lauren Parsekian e Molly Thompson criaram a Kind Campaign. Formadas em cinema, as duas resolveram viajar pelos Estados Unidos para espalhar gentileza e consciência sobre esse problema feminino. 

Durante a viagem, as duas, com a ajuda de suas mães, gravaram o documentário premiado Finding Kind. As imagens do filme mostram a realidade desse problema, que pode ter consequências sérias. No site sobre a causa, Lauren dá seu depoimento:
– A época mais difícil foi quando um grupo de amigas se virou contra mim. Eu tinha medo de ir à aula e minhas notas começaram a cair. Lutei contra a depressão e cheguei ao ponto de tentar suicídio.

Lauren e Molly, atualmente, viajam pelos Estados Unidos para ministrar palestras sobre o assunto, falar com meninas sobre gentileza e mostrar o documentário. A causa recebe o apoio de marcas como a Element, que criou uma linha de roupas da Kind Campaign.

Meninas, sejam gentis. 




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Em vídeo, menino de 12 anos reclama de bullying e impressiona no discurso contra homofobia!

Boa tarde!

   Então, amigos.. Quem acompanha o Blog sabe que eu não costumo postar publicações desse tipo.. Essa é mais uma matéria sobre uma criança que está sofrendo bullying por conta de pessoas preconceituosas que questionam a sua condição sexual. Até aí, nenhuma novidade! Mas, me chamou a atenção a coragem e a ousadia deste menino de 12 anos por usar a sua condição de celebridade e 'jogar no ventilador' a sua indignação com tal clareza de ideias que, realmente, impressiona.. Impossível não se emocionar!
E sim, ele está certo! É, realmente, um vídeo deprimente, mas não pelo seu desabafo, pois foi a maneira que ele encontrou para gritar a sua dor! O que é, extremamente, deprimente, inaceitável, repugnante.. É que, ainda, exista esse tipo de perseguição que não acrescenta nada de positivo à ninguem! Pois é como ele mesmo disse: "Chamar alguem de Gay não faz de você mais hétero." E desta vez, não pouparam uma celebridade de, apenas, 12 anos! E depois, se ele é ou não Gay.. Isso, verdadeiramente, não é da conta de ninguem!!!!! Eu espero, sinceramente, que ele encontre o seu caminho, seja qual for! E que seja muito feliz!

Lamento profundamente que as crianças sejam expostas à este tipo de sofrimento.. Na realidade, à qualquer tipo de sofrimento! Mas, eu sempre acreditei que nada é por acaso.. E se essa é a história de vida dele, é aí que reside a sua força. E ele está usando a sua fama em prol de uma causa! Que Deus o abençoe \o/

Bom, vamos à matéria!

Um abraço,
Ellen Bianconi



Theo Chen, de Cingapura, é alvo de ofensas por publicar vídeos em que aparece dançando
    


."Sabe o que é perturbador? Que isso venha de mim, que tenho 12 anos e já sei disso", comenta Theo em vídeo.



 Um garoto de 12 anos que virou uma celebridade na internet por publicar vídeos em que aparece dançando e dublando músicas de sucesso decidiu usar a mesma ferramenta para desabafar sobre bullying que tem sofrido justamente pelos vídeos que publica.

Theo Chen, que vive em Cingapura, costuma fazer vídeos editados para suas danças e dublagens de artistas como Bruno Mars, Justin Bieber e Pink. O material rendeu ao garoto uma série de comentários agressivos, sobretudo os que o chamam de gay.

Em um vídeo intitulado "Gay", Theo desabafa. Sem as edições normais de seus vídeos de música e dança, o garoto mostra uma clareza de ideias que impressiona pela pouca idade ao reclamar das agressões verbais que vem sofrendo, inclusive de quem ele considerava amigo.

— Eles só querem fofocar sobre mim também com dez mil pessoas se eu sou gay ou não. E honestamente, eu não sei. Vocês querem saber quantos anos eu tenho? Tenho 12 anos de idade. E vocês me chamam de gay. Honestamente, neste momento eu não sei. Mas quem se importa se eu sou gay? Achei que este fosse um mundo livre.

Ele reclama que os comentários não o tratam como gay apenas na internet. A fofoca e o tratamento agressivo se espalharam também entre os colegas de escola.

— Querem saber? Se qualquer um de vocês assistir a isso e eu me tornar gay, espero que vocês sejam cabeça aberta sobre isso, ok? Agora, eu gosto de meninas. Não penso que seja gay no momento. Não que haja algo de errado em ser gay. Não acho que a humanidade deva julgar as pessoas pela sexualidade porque não é certo.

Para Theo, aqueles que o ofendem deveriam analisar as pessoas pela personalidade delas e não pela sexualidade.

— Muitos de vocês vão ver este vídeo e pensar "sim, ele definitivamente é gay. Não me importo. Fiz este vídeo para pedir a vocês para que pensem sobre o que dizem. Porque está atacando meus nervos, é torturante. As pessoas fofocam sobre mim. E, sabe, não me apreciam por quem eu sou.

Theo manda ainda um recado aos veteranos da escola onde estuda, para que parem de julgá-lo. Segundo o garoto, os comentáros que surgiram em sites chamando-o de gay o motivaram a fazer o vídeo.

— Sabe o que é perturbador? Que isso venha de mim, que tenho 12 anos e já sei disso. Eu deveria estar aproveitando a escola, mas não estou, porque as pessoas falam de mim o dia todo. E isso realmente me incomoda. Então, por favor, podem parar?





Fonte: http://noticias.r7.com/educacao/noticias/celebridade-na-internet-menino-de-12-anos-reclama-de-bullying-e-impressiona-no-discurso-contra-homofobia-20130514.html






terça-feira, 2 de abril de 2013

2 de Abril - Dia Mundial de Conscientização do Autismo!

^^ Impossível não fazer alguma menção com relação à este dia.. Afinal,

Ser diferente é normal!



“Para conviver é preciso conhecer”: faça parte dessa campanha que alerta e informa as pessoas sobre o Autismo. Compartilhe esta mensagem!
Conheça a lei que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm





¬¬ Que momento lindo! Impossível não se emocionar.. 

 A cantora Katy Perry emocionou o público presente no show beneficente "Night Of Too Many Stars", promovido por um canal de TV norte-americano com o intuito de arrecadar fundos para escolas e instituições voltadas para crianças diagnosticadas com autismo. No concerto, Perry fez um dueto na canção "Firework" com a menina Jodi DiPiazza, que tem apenas 11 anos e foi diagnosticada com um severo grau de autismo ainda bebê. Submetida a um intenso tratamento de terapia musical, a garotinha se desenvolveu e hoje toca piano, canta, e tem como uma de suas maiores ídolas a cantora. A apresentação, emocionante, arrancou lágrimas da plateia e foi destacada por Katy Perry como "o momento mais importante de sua carreira". Assista ao vídeo em inglês:


 



Fonte: https://www.facebook.com/crianca.nao.e.brinquedo


João Pedro Roriz: Combate ao bullying


Rio - No dia 7 de abril de 2011, o Brasil assistiu às lamentáveis cenas de sofrimento transmitidas da Escola Municipal Tasso da Silveira, onde doze adolescentes foram brutalmente assassinados por Wellington Menezes, um homem com doenças psiquiátricas. Revelou-se que o assassino sofrera bullying na mesma escola em 2001 e teria começado a planejar a realização de um ataque após assistir aos Atentados de Onze de Setembro.

Baseada nessa informação, a Câmara Legislativa do Estado do Rio de Janeiro aprovou a Lei que orienta as escolas cariocas a realizar todos os anos, na primeira semana de abril, a ‘Semana de Combate ao Bullying’. O projeto chega atrasado e não possui, por parte da Secretaria de Educação do Estado, uma agenda clara de atividades e, o mais importante, verbas para a contratação de agentes e profissionais para a realização de eventos educativos e culturais que envolvam alunos e professores. O poder público admite com esse evento o vácuo de poder nas escolas, o que oportuniza a prática da violência. Parece louvável, mas ainda é muito pouco. Os estados do Rio Grande do Sul e de São Paulo estão muito mais evoluídos, pois investem dinheiro em atividades de prevenção contra o bullying como treinamentos e adoções de livros.

Enquanto isso, o Rio ainda busca remedinhos caseiros para “tratar” um fenômeno socioeducativo que se assemelha a um câncer. É possível escutar verdades ditas pelo poeta Tasso da Silveira – homônimo da escola marcada pela tragédia: “Um país de perfumes e de encanto, em que de um vago luar o tênue manto, amacia tudo”.

Espera-se que a ‘Semana de Combate ao Bullying’ evite novas tragédias como o massacre de Realengo – que revelou a falta de segurança nas escolas e equívocos do sistema educacional – ou tudo não passará de um 1º de abril.
Escritor e jornalista. Autor de ‘Bullying – não quero ir pra escola’

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/opiniao/jo%C3%A3o-pedro-roriz-combate-ao-bullying-1.566919

Depois de Lúcia (2012): o sofrimento por trás do bullying.


Cineasta Michel Franco se inspira em experiências pessoais para construir um drama premiado em Cannes.


 Depois de ter passado por diversos festivais, chega ao Brasil o filme que tem como tema uma dos assuntos mais polêmicos abordados pelos jovens hoje, o bullying. Dirigido por Michel Franco e vencedor da mostra Un certain regard no Festival de Cannes 2012, o mexicano “Depois de Lúcia”, conta a história de Alejandra (Tessa Ia) que, com a morte de sua mãe, Lúcia (que não aprece, mas que dá nome ao filme) vai morar com o pai, Roberto (Gonzalo Veiga Jr.) em uma nova cidade para recomeçar a vida após a tragédia que se abateu na família.

A moça de 15 anos começa a frequentar a nova escola e logo faz amizades. Porém, durante uma festa, ela se envolve sexualmente com um colega de classe gerando um grande alvoroço entre os amigos, se tornando assim alvo de piadas pela escola. Envergonhada, a menina não conta nada para o pai, que passa por uma profunda depressão, e, à medida que a violência toma conta da vida dos dois, eles se afastam cada vez mais, com a menina sofrendo torturas físicas e psicológicas.

Atualmente, o bullying é foco de debates na mídia e escolas no mundo, mas durante o longa é possível perceber que tal agressão vai além das brincadeiras exageradas entre alguns jovens. O machismo e a falta de abertura para um diálogo mostra uma triste realidade que, não só os jovens do México, mas todos que passam por situações semelhantes sofrem em silêncio. Muitas vezes, autoridades e familiares não reparam na mudança e nas consequências geradas por esses abuso, como depressão, síndrome do pânico, baixa auto estima e os nítidos problemas de alimentação e estresse.

O diretor Michel Franco não poupa nas cenas em que Alejandra sofre com a rejeição dos amigos. A ausência da trilha sonora e as cenas realistas podem gerar comparação com um documentário, levando o espectador a se comover com a situação que se encontra a garota. A crueldade dos colegas é brutal, visto que, por um motivo torpe, Alejandra passa por torturas e humilhações daqueles que se diziam seus amigos e, como aparentes “donos da verdade”, a tratam com indiferença e a julgam como uma “prostituta barata”.

O impressionante é que em pouco tempo toda a escola está contra Alejandra, tornando a sua permanência no local uma tortura constante por todos os lados. Ninguém ao redor da moça percebe o que se passa com ela. O pai, devido à tristeza com a morte da esposa, não nota o sofrimento da filha. Professores , funcionários e autoridades não se preocupam e preferem acobertar o bullying sofrido pela aluna e levar a situação como uma simples implicância passageira.

Durante toda a história, o longa é conduzido para se levar uma reflexão sobre a postura da sociedade e alertá-la sobre os problemas enfrentados pelos jovens, além de ter um desfecho inesperado que surpreende o espectador. Acompanhar o ponto de vista de uma pessoa que sofre bullying nos faz perceber como pode afetar a vida de alguém de forma concreta e permanente, sendo necessária uma atenção especial da sociedade sobre o assunto.

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Adriana Cruz é formada em Relações Públicas pela Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (FAPCOM), aspirante a cineasta e estudante de roteiro cinematográfico. Correspondente do CCR em São Paulo.

Fonte:  http://cinemacomrapadura.com.br/criticas/292480/depois-de-lucia-2012-o-sofrimento-por-tras-do-bullying/


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

O tratamento típico do bullying no projeto de Código Penal



Resumo: O artigo ora delineado tem o escopo de, objetiva e simplificadamente, examinar as propostas de tipificação do bullying (intimidação vexatória) no Projeto de Novo Código Penal, através da análise breve do art. 148 do Projeto.

Palavras Chave: Direito Penal. Bullying. Intimidação Vexatória. Projeto de Novo Código Penal.
Nos últimos anos muito se discutiu acerca do bullying. Em todos os lugares, a palavra passou a povoar o imaginário popular como designadora de humilhação, intimidação, associada às práticas daqueles que se valendo de achincalhamentos da honra ou mesmo violações à integridade física, constrangem outras pessoas, por vezes, por puro sadismo, por vezes, com o escopo de abalar a convivência social de quem porventura os desagrade. Notadamente, o bullying serviu para especificar as manifestações entre e para com adolescentes de tais condutas lesivas a bens jurídicos, cujo potencial ofensivo desvela-se, nessa etapa, sobrelevado, em razão dos danos que podem ser gerados no desenvolvimento hígido do jovem que se vê vítima de um bully.

Trata-se de conduta que há muito existe, tendo sido sempre relatada e reproduzida na vida e na ficção. Entrementes, seu estudo e objetivação enquanto fenômeno psico-social é recente, datando, sobretudo, do período que sucedeu episódios como o massacre de Columbine (E.U.A). Passou-se a perscrutar com maior acuidade o fenômeno da violência entre os jovens e a o desenvolvimento de relações de força e poder em que, muitas vezes, alguns são vítimas de agressões e humilhações constantes (mesmo diárias).

Ante a repercussão atinente ao bullying, percebeu-se que o Estado deveria velar pela proteção dos infantes vítimas de tal espécie de conduta, não só porque a guarda de direitos fundamentais é seu dever, como também, porque, em última instância, salvaguardar a juventude se amalgama à proteção da própria comunidade e do crescimento pátrio. Nessa toada, a Comissão demonstrou preocupação derredor da questão, propondo a criação do tipo penal de intimidação vexatória. Percebe-se a existência do cuidado de expor na linguagem pátria o nomen juris, contribuindo para o acesso à informação normativa. Destarte, propõe-se a positivação do tipo penal de intimidação vexatória no art. 148 do Código Penal, como uma das condutas cerceadoras da liberdade individual, in literis:

“Intimidação vexatória
 
Art. 148. Intimidar, constranger, ameaçar, assediar sexualmente, ofender, castigar, agredir, segregar a criança ou o adolescente, de forma intencional e reiterada, direta ou indiretamente, por qualquer meio, valendo-se de pretensa situação de superioridade e causando sofrimento físico, psicológico ou dano patrimonial:
Pena – prisão, de um a quatro anos.
Parágrafo único. Somente se procede mediante representação”.

Percebe-se que o precípuo escopo da Comissão, ao elaborar o tipo penal da intimidação vexatória foi proteger a criança e o adolescente, razão por que apenas sujeitos em uma dessas faixas etárias poderia ser sujeito passivo do delito. O crime pode ser efetivado mediante intimidação, constrangimento, ameaça, assédio sexual, ofensa, castigo, agressão ou pela só segregação de criança ou adolescente e forma intencional e reiterada. É dizer, trata-se de tipo penal que consubstanciará crime habitual, materializando-se apenas com a perpetuação da conduta no tempo. Vê-se que o tipo penal é complexo, admitindo a perfectibilização do tipo, apenas acaso seja causado sofrimento físico, psicológico ou dano patrimonial.

Ante o exposto, percebe-se que o Projeto de Novo Código Penal, na esteira das discussões hodiernas, propõe a tipificação do bullying, sob o nomen juris intimidação vexatória, a fim de dissuadir comportamentos de intimidação, constrangimento, ameaça, assédio sexual, ofensa, castigo, segregação e agressão de criança ou adolescente, reiterada, direta ou indiretamente, por qualquer meio, valendo de pretensa situação de superioridade e causando sofrimento físico, psicológico ou dano patrimonial.
 

Informações Sobre o Autor

Rudá Santos Figueiredo Advogado Criminalista Militante, Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia, Pós-graduando em Ciências Criminais pelo Juspodivm-IELF


Fonte:  http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=12654